
Foi decretado hoje (2) o fim do estado de emergência em saúde pública vinculado a arboviroses em Minas Gerais. O anúncio partiu do Secretário de Saúde do Governo de Minas, Fábio Baccheretti. A situação de emergência havia sido decretada em 26 de janeiro passado e, levando com consideração o período de lá ao dia de hoje, foram mais de 1,6 milhões de casos anotados em território mineiro – a pior epidemia da história. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado.
As três doenças provocadas pelo mosquito Aedes aegypti são a dengue, chikungunya e zika. Estudo indica que tais doenças ocorrem em maior número durante o período de chuvas e, no caso de Minas, os casos tiveram alta a partir de dezembro de 2023. Pelo estado, foram 1.655.644 casos prováveis de dengue (notificados, exceto os descartados), sendo que 970.216 foram confirmados para a doença. Até o momento, houve 764 mortes e 732 estão em análise. Dentre os óbitos listados, seis ocorreram em Patos de Minas.
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CHIKUNGUNYA & ZIKA
Em relação à chikungunya, foram computados 143.995 casos prováveis da doença no estado, e 109.953 confirmados. Ao todo, foram 83 óbitos e 32 estão em investigação, com 196 internações pela doença. No caso do vírus zika, foram anotados 275 casos prováveis e 38 confirmados – registrados pelos municípios no Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan). Não houve óbitos confirmados ou em investigação por Minas Gerais.
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